Avaliação de Tecnologias para a Saúde Suplementar
Apoiar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em seu aprimoramento na área de ATS, visando a sustentabilidade da saúde suplementar.
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Apoiar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em seu aprimoramento na área de ATS, visando a sustentabilidade da saúde suplementar.
Elaborar projeto de interferência para qualificação da linha de cuidado priorizada na perspectiva regional, apoiando sua implementação e seu monitoramento, em regiões de saúde formadas preferencialmente por municípios de pequeno porte.
Subsidiar a qualificação da gestão de instituições que compõem o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), por meio de capacitação e apoio para adoção do modelo de gestão baseado no Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), com vistas a contribuir para qualificação do sistema regulatório sanitário brasileiro.
Apoio para fomentar a formação e consolidação de conhecimentos em Ciências de Dados e Inteligência Artificial na Anvisa, vigilâncias em saúde, Ministério da Saúde e órgãos ligados a estes, contribuindo para a tomada de decisão baseada em evidências.
Fortalecer e qualificar profissionais atuantes nas áreas de pesquisa consideradas prioritárias para o SUS, com foco na execução (seguindo os princípios das Boas Práticas Clínicas); análise crítica dos processos necessários e viabilidade dos projetos de pesquisa.
Apoiar o fortalecimento das ações estratégicas em Saúde Digital no âmbito do SUS, por meio das Plataformas Conecte SUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS)
Apoiar as ações da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) por meio da produção técnica e de ações de capacitação prática em Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), visando à sustentabilidade do SUS
Difundir a Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no país por meio da capacitação dos profissionais do SUS, aumentando o número de profissionais devidamente capacitados em ATS no país e desenvolvendo diretrizes metodológicas.
Avaliar o risco atribuível populacional associado à presença de polimorfismos em genes relacionados a doenças cardiovasculares e seu impacto como fator de risco independente para ocorrência de IAM, AVE e eventos trombótico-isquêmicos em território arterial periférico na população brasileira.
Aprimorar a gestão e a qualidade do cuidado conforme perfil epidemiológico dos hospitais participantes, a partir dos achados da avaliação diagnóstica com uso da Ferramenta de Avaliação Hospitalar (FAHOSP) a fim de que se obtenha a evolução de no mínimo 15 % de conformidades.