Consórcio Nacional para Mensuração de Desfechos em Saúde
Identificação
- Id
- 25000.047198/2018-53
- Nup
- 25000.047198/2018-53
Instituição
- Instituicao Proponente
- Associação Hospitalar Moinhos de Vento
- Sigla
- AHMV
Projeto
- Titulo Do Projeto
- Consórcio Nacional para Mensuração de Desfechos em Saúde
- Objetivo Geral Do Projeto
- Construção de um Consórcio Nacional de Indicadores de Desfecho em Saúde para a população brasileira, considerando questões demográficas, culturais e do sistema de saúde público e privado no Brasil.
- Objetivos Especificos Do Projeto
-
Estabelecer um conjunto de indicadores (Painel) para avaliação do desempenho das instituições hospitalares no Brasil baseado em metodologia validadas.
Implantar um estudo piloto em 10 hospitais que atendam o SUS, públicos (5) e privados (5) em regiões diferentes do país um painel de indicadores assistenciais geral e em linhas de cuidados específicos.
Disponibilizar plataforma para coleta de dados de indicadores para uso em larga escala nos hospitais brasileiros.
Investigar métodos alternativos computacionais para coleta e análise de indicadores específicos.
- Justificativa E Aplicabilidade Do Projeto
-
Carga de Doenças no Brasil
Ao longo das últimas décadas o Brasil vem passando por um processo de transição demográfica e consequentemente pelo processo de transição epidemiológica, o que repercute diretamente nas características dos profissionais e dos serviços de saúde que devem estar à disposição da população.A vigilância epidemiológica para doenças crônicas não-transmissíveis no Brasil, excetuando-se o câncer, conta apenas com experiências pontuais. Desenvolvem-se em poucos centros, com pouco acompanhamento e sem ampla divulgação na literatura. Nesse sentido, um mapa com os principais indicadores de saúde a serem monitorados pode ter grande relevância. Dentre as doenças crônicas, as neoplasias, as doenças cardio e neurovasculares, as doenças respiratórias e as doenças degenerativas relacionadas à senilidade, como demência, distúrbios osteomusculares e doenças mentais, estão entre as afecções com maior carga na morbimortalidade da população brasileira, bem como impacto econômico e social (1).
Indicadores em Saúde
As informações e os indicadores de saúde têm sido descritos como fundamentais na formulação das políticas de saúde (4). Inúmeros estudos apontam que a qualidade do cuidado pode variar consideravelmente, tanto entre instituições de saúde como entre condições de saúde (5). No intuito de reduzir essa variabilidade, diversos sistemas de saúde de países desenvolvidos têm encorajado a cultura da qualidade através da mensuração de indicadores, sua divulgação e recompensa através de programas de incentivo à qualidade (6). Especificamente indicadores de saúde medem aspectos quantitativos e qualitativos dos cuidados de saúde. A construção de um indicador é um processo cuja complexidade pode variar desde a simples contagem direta de casos de uma determinada condição até o cálculo de proporções, taxas ou índices mais sofisticados. Adicionalmente, a qualidade do próprio indicador depende das propriedades dos componentes utilizados em sua formulação e da precisão dos sistemas de informação empregados (registros médicos, coleta, análise e interpretação). Por fim, o grau de excelência de um indicador é definido por sua validade, advinda de sua sensibilidade, especificidade, reprodutibilidade, relevância e custo-efetividade. Portanto, podemos concluir que para atingir a qualidade dos serviços de saúde prestados é fundamental a correta escolha e delineamento dos indicadores. Neste sentido os indicadores em saúde podem ser classificados em três categorias:• Estrutura: avalia os recursos físicos e humanos.
• Processo: avalia a utilização dos recursos.
• Resultado: avalia os desfechos dos serviços prestados.Cada vez mais, sistemas de saúde de países desenvolvidos estão construindo painéis de indicadores que consideram a inclusão de indicadores gerais e de impacto independentemente do agravo à saúde estudada (por exemplo, taxas de eventos adversos farmacológicos graves e eventos sentinela no ambiente hospitalar), mas principalmente conjunto de indicadores baseados em linhas de cuidados (7). Por exemplo, ao olhar o impacto da doença cardiovascular isquêmica na população é levado em consideração indicadores de estrutura como disponibilidade de cardiologistas na emergência, indicadores de processo como o tempo porta-balão, mas principalmente indicadores de resultado como mortalidade e qualidade de vida após infarto. Nesta linha de raciocínio, diversos países da Europa e os Estados Unidos têm construído consórcios públicos e privados para a devida organização da mensuração da qualidade do atendimento em linhas de cuidado que vão desde a doença cardiovascular como já mencionada anteriormente à doença cérebro vascular, fraturas de joelho e artrose de quadril dentre outras patologias (6). Portanto o modelo ideal de um painel de indicadores, que em última análise é o objetivo principal deste projeto deve considerar a inclusão de indicadores chaves independentes, mas também indicadores das três categorias, estrutura, processo e resultado de linhas de cuidados a serem definidas com o Ministérios da Saúde (MS), Agência Nacional de Saúde (ANS), Sociedades de especialidades e hospitais participantes. A tabela 1 abaixo demonstra as principais iniciativas de Países desenvolvidos na busca pela unificação de informações confiáveis em Saúde.
Partes interessadas
A Agência Nacional de Saúde, tendo em vista o projeto QUALISS, com o intuito de aplicar os indicadores já estabelecidos tanto na rede de hospitais privada como pública.Os hospitais convidados a participar serão partes interessadas relevantes do projeto, beneficiando-se diretamente na qualificação das equipes médico-assistenciais (médicos, enfermeiros, serviços de controle de infecção hospitalar e núcleo de segurança do paciente e/ou qualidade) e indiretamente beneficiando seus usuários.
O Ministério da Saúde também é parte interessada importante, em especial a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), uma vez que a construção do painel de indicadores padronizados para medidas de estrutura, processo e desfecho, refletirá a realidade de cada hospital, sendo fundamental para fins de comparação, bem como para troca de conhecimento, de práticas médico-assistenciais eficientes e para a definição de Value-Based Healthcare no Brasil. Além disso, dentro da proposta do projeto, hospitais do SUS, indicados pelo Ministério da Saúde, poderão integrar o mesmo.
O usuário dos serviços de saúde no Brasil, tendo em vista a possibilidade de acessar informações fidedignas sobre a qualidade do serviço de saúde prestado pelas instituições de saúde no Brasil.
Alinhamentos Prévios
Este projeto foi construído pelo Hospital Moinhos de Vento (HMV) com a participação da ANS e dos hospitais, Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês e Hospital do Coração. Foi realizado um debate sobre a participação dos hospitais de excelência, dos hospitais públicos, bem como quais indicadores podem formar o painel, em fevereiro de 2018. Na oportunidade os participantes manifestaram apoio ao projeto.Contribuições esperadas para o SUS
O projeto contribuirá em médio prazo para a obtenção de dados epidemiológicos das principais doenças crônicas e não transmissíveis, bem como para o conhecimento e o desenvolvimento das melhores práticas assistenciais, dentro de hospitais de excelência e hospitais públicos, através de comparação transparente de seus indicadores.
A longo prazo, espera-se contribuir com mudança na cultura das organizações de saúde no âmbito nacional, principalmente quanto à implantação de melhorias contínuas e no planejamento da saúde no Brasil. - Status
- Prestação de Contas Final aprovada
- Trienio
- 2018-2020
- Area De Atuacao Principal Do Projeto
- Desenvolvimento de técnicas e operação de gestão em serviços de saúde, Pesquisas de interesse público em saúde
- Tema Principal
- Acesso, inovação e produção de medicamentos e tecnologias para a saúde
- Tema Secundario
- Saúde digital
- Publico Alvo
- Profissionais assistenciais médicos, Pesquisadores
- Projeto Colaborativo
- Não
- Projeto Continuidade
- Novo Projeto
- Prazo De Execucao Do Projeto Em Meses
- 36
Datas
- Data Do Inicio Do Projeto Publicacao No Dou
- 2018-01-01T00:00:00Z
- Data Do Fim Do Projeto
- 2020-12-31T00:00:00Z
Valores Financeiros
- Valor Inicial Do Projeto Valor Inicial Do Projeto Aprovado E Publicado
- 7075881,0
- Valor Final Do Projeto Ultimo Valor Do Projeto Aprovado E Publicado
- 5483033,29
- Valor Aprovado
- 5483033,29
Local de Execução
- Abrangencia Territorial Do Projeto
- Nacional
Execução da Pesquisa
- Tipo De Estudo Da Pesquisa
- Consórcio Nacional para Mensuração de Desfechos em Saúde
- Metodologia
-
O projeto irá inicialmente selecionar e construir/revisar fichas técnicas de:
• Conjunto de 10 indicadores gerais – Por conjunto de indicadores gerais entende-se por métricas que são potencialmente aplicáveis a um conjunto maior de indivíduos, independente da condição clínica que motivou a internação hospitalar. Em geral são indicadores com poder para demonstrar desfechos independentes como por exemplo, taxa de ocupação, taxa de quedas com lesão, taxa de pneumonia associada à ventilação mecânica, mortalidade hospitalar geral, entre outros.
• 4 conjuntos de cerca de 10 indicadores de linhas de cuidados de patologias específicas – Indicadores associados a linhas de cuidado são específicos para uma patologia ou conjunto de doenças. Por exemplo, no conjunto de indicadores para linha de cuidado associada à síndrome coronariana aguda, podem ser considerados indicadores como tempo porta balão, que é o tempo da chegada até a realização de cineangiocoronariografia, taxa de prescrição de antiagregantes plaquetários na alta, mortalidade intra-hospitalar e capacidade funcional 90 dias após a alta hospitalar.
Assim, ao final do projeto espera-se ter um painel de cerca de 50 indicadores que permitam a comparação das instituições entre si. Além disso, será desenvolvido um questionário de características das instituições de saúde que permitirá que os indicadores sejam comparáveis somente entre instituições semelhantes.
Para qualificar o projeto, será composto um Comitê Gestor formado por participantes do Hospital Moinhos de Vento, demais Hospitais de Excelência, Ministério da Saúde e ANS. Este Comitê será responsável por definir a estratégia geral do projeto (condições a serem abordadas e hospitais a serem incluídos), acompanhamento de resultados e sugestões de ajustes necessários. A composição e a distribuição de vagas serão definidas em conjunto à ANS. Além disso, serão compostos Subcomitês específicos para a elaboração e acompanhamento da implantação de indicadores de linhas de cuidado.
A escolha dos indicadores de cada conjunto das linhas de cuidado, bem como do conjunto de indicadores gerais que comporão o painel de indicadores será realizada pelos subcomitês, com o apoio técnico do Hospital Moinhos de Vento, considerando a síntese das evidências nacionais e internacionais, levantamento diagnóstico das bases existentes (QUALISS / ANAHP), com o uso de metodologias específicas, como mini-Delphi ou Estimate-Talk-Estimate (ETE), em encontros dos membros dos subcomitês.
Paralelamente à construção dos indicadores, será elaborada uma plataforma de entrada de dados que permita compilar todos os dados coletados e realizar comparação entre os hospitais participantes.
Serão então selecionados hospitais para implantação dos indicadores, de acordo com critério estabelecidos junto ao Comitê Gestor. Todos os hospitais deverão implantar o conjunto de indicadores gerais e, além disso, de acordo com seu perfil de atuação e complexidade, irão implantar os indicadores de linhas de cuidado que lhe forem pertinentes. A implantação do painel de indicadores em unidades hospitalares, ocorrerá após a aprovação do programa pela diretoria das instituições, composição da equipe que fará o contato e indicação do cronograma de implantação, treinamento das equipes de apoio e assistenciais e definição do sistema de monitoramento da implantação.Paralelamente, para alguns indicadores selecionados e conforme a disponibilidade de dados informatizados poderá ser desenvolvida técnicas alternativas para coleta e validação de indicadores como por exemplo processamento de linguagem natural (PLN) e algoritmos de aprendizagem de máquinas para detecção de eventos adversos, e gatilhos de desfechos clínicos e laboratoriais, com o intuito de verificar a acurácia das informações coletadas. Alguns indicadores terão sua coleta após a alta hospitalar e isso será realizado pelo Hospital Moinhos de Vento e poderá contar com o auxílio de ferramentas informatizadas como aplicativos móveis, além das habituais ligações telefônicas.
Todos os hospitais terão acesso ao resultado de seus indicadores e comparação por meio da plataforma digital do projeto.
A monitorização da implantação do painel de indicadores será realizada por equipe técnica do Hospital Moinhos de Vento, com ferramentas de auditoria de dados, visitas aos hospitais participantes, treinamentos e assistência a distância.
- Producao Cientifica
-
Mensuração do tempo, em minutos, entre a primeira disfunção orgânica e a
suspeita diagnóstica de sepse ou choque séptico.Mensuração do percentual de pacientes com coleta de sangue para análise de
lactato no período igual ou inferior a 1 hora após a suspeita diagnóstica de
sepse ou choque séptico.Mensuração do percentual de pacientes com sepse ou choque séptico com
coleta de sangue para a realização da hemocultura anterior à administração de
antimicrobianos (ATB) e em até 1 hora da suspeita diagnóstica.Mensuração da aderência ao protocolo de administração de antimicrobianos
(ATB) no período de até 1 hora após a suspeita diagnóstica de sepse ou choque
séptico.Mensuração do percentual de pacientes com diagnóstico de sepse ou choque
séptico hipotensos e/ou com dosagem de lactato ≥ 4 mmol/L (ou 36mg/dL) e
que iniciaram a reposição volêmica adequada dentro do período de 1h da
detecção do sinal alterado.Mensuração do percentual de pacientes com diagnóstico de sepse ou choque
séptico hipotensos após reposição volêmica e que receberam vasopressores
dentro do período de 1h da hipotensão.Mensuração do percentual de pacientes com sepse ou choque séptico com
lactato inicial igual ou superior a 4mmol/L (ou 36 mg/dL) e coleta de sangue
para segunda análise de lactato no período igual ou inferior a 4 horas da
liberação do resultado da 1º dosagem de lactato.Mensuração do percentual de pacientes com sepse ou choque séptico que
tiveram revisão da terapia antimicrobiana em até 48 horas do diagnóstico.Mensuração da taxa de letalidade de pacientes diagnosticados com sepse ou
choque séptico. - Coordenador Da Pesquisa
- Ruchelli França de Lima
Prestação de Contas
- Ano De Execucao
- 2018, 2019, 2020
- Evolucao Das Metas E Indicadores
-
Cronograma das Entregas, Atividades e Marcos (2018–2020)
ENTREGA 1 — FORMAÇÃO DOS GRUPOS DE TRABALHO
Atividade 1.1 — Estabelecimento do Comitê GestorExecução:
2018 – 2º Sem.: F
2019 – 1º Sem.: F
2019 – 2º Sem.: F
2020 – 2º Sem.: F
Atividade 1.2 — Definição das patologias para desenvolvimento das linhas de cuidado específicas
Execução:
2018 – 2º Sem.: M1.2
2019 – 1º Sem.: F/M1.2
Atividade 1.3 — Definição dos quatro subcomitês
Execução:
2018 – 2º Sem.: F
Atividade 1.4 — Definição dos 10 hospitais do projeto piloto
Execução:
2018 – 1º Sem.: A
2019 – 2º Sem.: F
Atividade 1.5 — Evento de iniciação do projeto
Execução:
2018 – 1º Sem.: A
2019 – 2º Sem.: F
ENTREGA 2 — DESENVOLVIMENTO DE CINCO CONJUNTOS DE INDICADORES
Atividade 2.1 — Escolha de indicadores (geral + 4 conjuntos específicos)Execução:
2018 – 2º Sem.: C
2019 – 1º Sem.: A
2019 – 2º Sem.: A
2020 – 2º Sem.: F
Atividade 2.2 — Construção do manual operacional / ficha de indicadores
Execução:
2019 – 1º Sem.: M2.2
2019 – 2º Sem.: C
2020 – 1º Sem.: A
2020 – 2º Sem.: F/M2.2
Atividade 2.3 — Validação dos conjuntos de indicadores
Execução:
2019 – 2º Sem.: F
Atividade 2.4 — Elaboração do modelo de relatório de resultados
Execução:
2019 – 2º Sem.: C
2020 – 1º Sem.: F
2020 – 2º Sem.: F
ENTREGA 3 — COLETA DE DADOS — PILOTO
Atividade 3.1 — Plataforma de coleta de indicadoresExecução:
2019 – 2º Sem.: A
2020 – 1º Sem.: A
2020 – 2º Sem.: A
Atividade 3.2 — Implantação do painel de indicadores nos hospitais
Execução:
2019 – 2º Sem.: C
2020 – 1º Sem.: F
2020 – 2º Sem.: F
Atividade 3.3 — Coleta de dados intra-hospitalar
Execução:
2020 – 1º Sem.: M3.3
Atividade 3.4 — Acompanhamento e monitoramento da implantação
Execução:
2019 – 2º Sem.: C
2020 – 2º Sem.: F/M3.3
Atividade 3.5 — Análise de dados e geração de relatórios
Execução:
2020 – 1º Sem.: C
2020 – 2º Sem.: F
Atividade 3.6 — Repasse de resultados e atualização do Comitê Gestor
Execução:
2020 – 2º Sem.: F
ENTREGA 4 — COLETA DE DADOS — LARGA ESCALA
Atividade 4.1 — Plataforma digital em larga escalaExecução:
2020 – 1º Sem.: C
2020 – 2º Sem.: A
Atividade 4.2 — Análise de dados e geração de relatórios
Execução:
2020 – 2º Sem.: A
ENTREGA 5 — DIVULGAÇÃO DO PROJETO
Atividade 5.1 — Apresentação dos resultados consolidadosExecução:
(Atividade cancelada)
Atividade 5.2 — Elaboração de relatórios e artigos científicos
Execução:
2020 – 2º Sem.: C
2020 – 2º Sem.: F
Atividade 5.3 — Evento de encerramento do projeto
Execução:
2020 – 2º Sem.: F
Outros Campos
- Extracao Do Sei
- FINALIZADA
- Extracao De Dados
- FINALIZADA
- Responsavel Pelo Preenchimento
- Matheus
- Link Do Arquivo Do Projeto
- https://drive.google.com/file/d/1ZTidtevkJUS7QqeG_Kfu_L84U-PWP3a8/view?usp=drive_link
- Valor Executadoevalor Utilizado
- 5391593.01
- Faixa Etaria Dos Participantes
- 0 a 5 anos, 6 a 11 anos, 12 a 17 anos, 18 a 29 anos, 30 a 59 anos, 60 anos ou mais
- Sexoedos Participantes
- Feminino, Masculino
- Raca Coredos Participantes
- Branca, Preta, Parda, Amarela, Indígena
- Equipe Da Pesquisa
- Anete Maria Gama Maria Inês Pereira dos Santos Priscilla Brasileiro Constantino Ana Paula Cavalcante Antonio da Silva Bastos Neto Sabrina Bernardez Vanessa Damazio Teich Carisi Anne Polanczyk Luiz Antônio Nasi Daniel Pretto Schunemann Ruchelli França de Lima Luiz Francisco Cardoso André Wajner
- Execucao Equipamento Software Valor Executado
- 5391593.01
- Percentualede Execucao Financeira
- 0.9833
- Tipo S De Produto S Proposto S
- Pesquisa
- Regiao S Atendida S Pelo Projeto
- Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul
- Estado S Atendido S Pelo Projeto
- Acre (AC), Alagoas (AL), Amapá (AP), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Pará (PA), Paraíba (PB), Paraná (PR), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Rondônia (RO), Roraima (RR), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP), Sergipe (SE), Tocantins (TO)
- Colecao Fonte
- proadi