PROADI-SUS

Apoio ao diagnóstico e à intervenção alimentar e nutricional, na perspectiva do Guia Alimentar para a População Brasileira, na Atenção Primária à Saúde.

NUP: 25000.167190/2023-70 ID: 25000.167190/2023-70

Identificação

Id
25000.167190/2023-70
Nup
25000.167190/2023-70

Instituição

Instituicao Proponente
Beneficência Portuguesa
Sigla
BP

Projeto

Titulo Do Projeto
Apoio ao diagnóstico e à intervenção alimentar e nutricional, na perspectiva do Guia Alimentar para a População Brasileira, na Atenção Primária à Saúde.
Objetivo Geral Do Projeto
Apoio ao diagnóstico e à intervenção alimentar e nutricional, na perspectiva do Guia Alimentar para a População Brasileira, na Atenção Primária à Saúde em diferentes fases e eventos do curso da vida.
Objetivos Especificos Do Projeto
1. Qualificar os profissionais da Atenção Primária à Saúde para realização da Vigilância Alimentar e Nutricional e para orientação alimentar a partir do Guia Alimentar para População Brasileira. 2. Apoiar o planejamento e execução de ações de qualificação da atenção nutricional e educação permanente em saúde.
Justificativa E Aplicabilidade Do Projeto

A população brasileira vivenciou nos últimos anos significativas transformações sociais que
impactaram nas condições de vida, trabalho, saúde e alimentação. A tripla carga da má-nutrição,
compreendida como a coexistência de desnutrição, deficiências de micronutrientes e sobrepeso e
obesidade, é agravada pela alta prevalência de insegurança alimentar e nutricional no país.
Em 2014 o Brasil saía do Mapa da Fome da ONU, para retornar cerca de quatro anos depois
(MDS, 2023). Dados coletados entre o final de 2021 e meados de 2022, no II Inquérito Nacional sobre
Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira
de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (PENSSAN), mostraram que 33 milhões
de pessoas estão em situação de fome no Brasil. De acordo com a primeira versão deste inquérito,
realizada em 2020, eram 19,1 milhões de pessoas nessa situação, ou seja, 14 milhões de novos
brasileiros/as entraram em situação de insegurança alimentar grave nos últimos dois anos (Rede
PENSAN, s/d).
9. Área temática

Alimentação adequada e hábitos Avaliação de Tecnologia em Saúde Biotecnologia, biofármacos e nanotecnologia em saúde Cardiovascular Complexo Econômico-Industrial da Saúde Cuidados paliativos Doenças crônicas não-transmissíveis Doenças raras Doenças transmissíveis Educação em Saúde Gestão de Serviços em Saúde Organização de Redes de Atenção Oncologia Qualidade e Segurança do Paciente Saúde da criança e do adolescente Saúde da Mulher Saúde digital Saúde do idoso Saúde indígena Saúde e Ambiente Transplantes Vigilância em Saúde Vigilância Sanitária Outras (especificar):

Indicar área(s)

II – Detalhamento do projeto

Por outro lado, o Atlas da Situação Alimentar e Nutricional do Brasil, elaborado pelo Ministério
da Saúde em 2020, mostrou que 63% da população adulta registrada apresentou sobrepeso ou
obesidade. Entre crianças de 5 e 9 anos de idade, a prevalência de excesso de peso chegou a 29,3%
(Brasil, 2019).
Quando olhamos para os impactos que esses números trazem para o sistema de saúde
encontramos que já em 2011, quando a obesidade afetava cerca de 15% da população adulta
brasileira, os custos diretos atribuíveis à obesidade no Brasil totalizaram US$ 269,6 milhões, o que
representava 1,86% de todos os gastos com cuidados em saúde de média e alta complexidade (de
Oliveira et al, 2015). Em 2018, os custos totais com hipertensão, diabetes e obesidade - principais
doenças crônicas associadas à alimentação inadequada - saltaram para 3,45 bilhões de reais (R$),
sendo 11% desse total referente somente ao custo com a obesidade no Sistema Único de Saúde
(SUS). No total, 72% dos custos foram com indivíduos de 30 a 69 anos de idade e 56% com mulheres.
Considerando separadamente a obesidade como fator de risco para hipertensão e diabetes, os custos
atribuíveis a essa doença chegaram a R$ 1,42 bilhão, ou seja, 41% dos custos totais (Nilson et al,
2020). Estimativas apontam que se mantidas as atuais tendências de aumento do Índice de Massa
Corporal (IMC) de 2021 a 2030, poderão ocorrer aproximadamente 5,26 milhões de novos casos de
excesso de peso e 808,6 mil mortes por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) devido a essa
condição (Nilson et al 2022).
Projeções apontam que reduções no IMC em toda a população poderiam prevenir de 30.715 a
168.431 mortes por DCNT por ano no Brasil, enquanto modificações na alimentação mediante
intervenções que promovam padrões alimentares mais saudáveis reduziriam em torno de 1,03% e
4,63% das mortes por causas evitáveis (Rabacow et al, 2019). Essas mudanças economizariam de R$
50 a 219 milhões em hospitalizações e R$ 239 a 804 milhões anualmente em perdas de produtividade
com a redução de mortes prematuras (Verly et al, 2023).
Nesse sentido, os fatores de risco dietéticos têm um impacto importante nas mortes
prematuras e incapacidades devido a DCNT. Se intervenções e estratégias não forem adotadas, a
tendência é que a prevalência de excesso de peso continue a aumentar no Brasil e as estimativas dos
custos atribuíveis às principais doenças crônicas associadas à alimentação inadequada continuem a
contribuir com uma grande carga econômica para o SUS.
Esse cenário de agravamento da obesidade, que se soma às necessidades específicas de grupos
populacionais vulneráveis e em risco aumentado para insegurança alimentar, colocam o SUS no papel
central para desenvolvimento e implementação de ações de enfrentamento a todas as formas de má
alimentação devido a sua capilaridade, abrangência e forma de operacionalização. Se faz necessário,
portanto, o constante aprimoramento da organização dos serviços de saúde para atender às demandas
geradas pelos diferentes cenários de forma integral, considerando promoção, prevenção, diagnóstico
e tratamento.

Neste contexto, ressalta-se o propósito da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN),
que orienta a organização da Atenção Nutricional no SUS, bem como suas diretrizes que trazem linhas
de ação para promover a saúde da população. A atenção nutricional deve ser parte do cuidado integral
na Rede de Atenção à Saúde (RAS), tendo a Atenção Primária à Saúde (APS) como coordenadora do
cuidado e ordenadora da rede. Sendo assim, a organização e gestão dos cuidados relacionados à
alimentação e nutrição na RAS deverá começar pelo diagnóstico da situação alimentar e nutricional
da população atendida pelos serviços e equipes da APS (Brasil, 2013).
A Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN), uma das diretrizes da PNAN, representa uma
importante ferramenta de diagnóstico e apoio aos profissionais da APS para avaliação do estado
nutricional e o consumo alimentar da população, permitindo o planejamento de intervenções, tanto a
nível individual quanto coletivo (Brasil, 2022). O SISVAN - Sistema de Vigilância Alimentar e
Nutricional – é o sistema eletrônico de informação onde devem ser inseridos e compilados os dados
coletados nas ações de VAN (dados antropométricos e marcadores do consumo alimentar). A partir
desses registros nos territórios, ao longo do tempo, é possível emitir relatórios do SISVAN e realizar
o monitoramento e avaliação da situação alimentar e nutricional da população atendida pelo SUS, em
todas as fases do curso da vida (Brasil, 2022).
No entanto, estudos sobre a cobertura dos marcadores de estado nutricional do SISVAN
apontam que 115.034.534 adultos foram acompanhados na APS entre 2008-2019. A cobertura passou
de 5,0% em 2008 para 10,6% em 2019 (Silva et al, 2023). Já entre a população idosa, foram
identificados 11.587.933 registros e a cobertura nacional evoluiu de 0,1% (2008) para 2,9% (2019)
(Barbosa et al, 2023).
Em relação aos marcadores de consumo alimentar, no país, em 2019, 62,24% dos municípios
brasileiros utilizaram formulários de marcadores do consumo alimentar do SISVAN. A cobertura
populacional total desse marcador no Brasil foi de 0,92%, sendo as maiores coberturas observadas
para crianças entre 2 e 4 anos (3,03%) e a menor entre adultos (0,62%). Nas outras faixas etárias
as coberturas foram de 3,01% para crianças menores de 2 anos, 1,51% para crianças entre 5 e 9
anos; 0,76% para adolescentes e 0,90% para idosos (Ricci et al, 2023).
Portanto, apesar dos avanços na implementação do sistema e na cobertura dos dados ocorridos
nos últimos anos, a cobertura populacional do registro de marcadores de estado nutricional e consumo
alimentar do SISVAN ainda se mostra incipiente, demonstrando assim potencial de ampliação em todo
o país. Considerando que o aumento da cobertura pelo SISVAN é indispensável ao planejamento de
ações de saúde, percebe-se a necessidade de reforçar a incorporação das ações de Vigilância Alimentar
e Nutricional (VAN) na rotina da APS, como forma de impulsionar sua cobertura e melhorar as ações
de saúde voltadas à população.

Ao se pensar a incorporação das ações de vigilância do SISVAN na prática profissional, percebe-
se, sobretudo, a necessidade de formação dos profissionais para a importância desse dado.

Entretanto, de Miranda et al (2023) destaca que, apesar dos esforços para capacitação dos
profissionais responsáveis pelo SISVAN, a maioria apenas fica encarregada de coletar e registrar o
dado, sem dar valor de uso para ele, ou seja, não realizam outras atividades a partir dos dados, não
possibilitando que sejam usados como subsídio para tomada de decisão e, consequentemente, não
completando o ciclo de produção e gestão do cuidado. Isso coloca luz à outra questão: o conteúdo
das capacitações, que não desperta e direciona o profissional para uma atuação mais reflexiva, voltada
para um cuidado integral em saúde e que o forme para qualificar e programar as diretrizes da PNAN.
Neste sentido, ações para efetivação da coleta de dados e estruturação das iniciativas
realizadas a partir dos resultados dos dados coletados pelos profissionais de saúde são primordiais
para avaliação, monitoramento, identificação de casos e diagnóstico da situação alimentar e
nutricional a nível local, estadual e nacional, a fim de embasar estratégias e políticas públicas mais
eficazes e direcionadas às necessidades da população.
Tratando da qualificação dos profissionais de saúde para as questões de alimentação e nutrição,
um importante instrumento de apoio para se trabalhar com a diretriz de Promoção da Alimentação
Saudável é o Guia Alimentar para a População Brasileira (GAPB). Se trata do documento oficial do
Ministério da Saúde que reúne recomendações para uma alimentação adequada e saudável,
construídas com base nas melhores evidências científicas que relacionam dieta e saúde (Brasil, 2014).
Portanto, uma etapa fundamental para implementação e disseminação das recomendações do
GAPB é a qualificação dos profissionais de saúde que atuam na APS para utilização desse documento.
A promoção da alimentação saudável, como um dos eixos centrais da promoção de saúde, faz parte
do escopo de atribuições e competências de todos os profissionais de saúde nesse âmbito.
Buscando ainda atender as diretrizes de promoção da alimentação saudável e formação da
força de trabalho colocada pela PNAN, desde a publicação do GAPB em 2014 diversos esforços têm
sido investidos na capacitação desses profissionais. Baseados no referencial teórico da Educação
Permanente em Saúde (EPS), destacam-se aqui duas iniciativas desenvolvidas em parceria do
Ministério da Saúde com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade
de São Paulo (NUPENS/USP): em 2019 foi publicado o Manual Instrutivo para implementação do Guia
Alimentar em equipes que atuam na APS, apostando na formação de equipes multiprofissionais para
atuarem em sua prática profissional de acordo com o GAPB; e, em 2021, foi publicada a série de
fascículos de Protocolos de Uso do Guia Alimentar para orientação alimentar individual em diferentes
fases do curso da vida, também direcionada a apoiar o momento da consulta individual desses
profissionais na APS. Dando continuidade ao processo de implementação do GAPB em protocolos
clínicos foi desenvolvido em parceria com a BP, através do PROADI-SUS, um curso à distância de
qualificação dos profissionais de nível superior que atuam na APS para utilização desses protocolos, o
curso QualiGuia. O projeto foi implementado com êxito em 64 municípios do Brasil e capacitou mais
de 1200 profissionais até o momento.

Em 2023 foi realizada a 17a Conferência Nacional de Saúde, que, conforme disposto na lei n°
8.142/1990, tem por atribuição “avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação
da política de saúde nos níveis correspondentes”. Dentre as diretrizes e propostas apresentadas sobre
o tema da alimentação e nutrição, encontram-se algumas que versam sobre: fortalecer e incentivar a
implementação de políticas públicas relacionadas à área, como a PNAN, inclusive com ênfase no
SISVAN; assegurar que essa temática esteja presente de forma transversal nas políticas do setor
Saúde, com vistas à promoção da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e do Direito Humano à
Alimentação Adequada (DHAA), em consonância com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável;
e garantir financiamento adequado para as ações de alimentação e nutrição, no contexto do Sistema
Único de Saúde. Também foram aprovadas diretrizes e propostas na temática da EPS, no sentido de
fortalecer a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde.
Também em 2023 o Ministério da Saúde retomou o investimento em equipes multiprofissionais,
com o intuito de fortalecer o cuidado multidisciplinar, recuperando o que antes era garantido pelo
Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), e agregando novas especialidades. O trabalho
desenvolvido pelas equipes multiprofissionais, em conjunto com as equipes de referência, a partir de
um processo de apoio matricial e clínica ampliada, colabora para a capilaridade da APS, sendo
fundamental para o desenvolvimento do cuidado integral aos usuários do sistema de saúde (Brasil,
2023a).
Por fim, dando sentido as novas propostas e contextualizando com as demandas atuais de
saúde, a recente Portaria Interministerial MDS e MS no 25, de 1o de setembro de 2023 estabeleceu
orientações para priorização e organização da atenção aos indivíduos e famílias em insegurança
alimentar e nutricional no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), no SUS e no Sistema
Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Como reforço e embasamento ao exposto até
então neste projeto, a portaria traz como orientações para a organização das ações a identificação
dos indivíduos e das famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, a ampliação e
qualificação do cuidado integral às pessoas com má nutrição em todas as suas formas – desnutrição,
obesidade e deficiências de micronutrientes – no âmbito do SUS, em especial nos serviços de APS, e
orienta ainda que as ações integradas que visem o fomento da educação alimentar e nutricional devem
ser referenciadas no Marco de Educação Alimentar e Nutricional e nos Guias Alimentares para a
população brasileira (Brasil, 2023b).
Considerando que a transformação digital é uma realidade irreversível e convencida de que
seus benefícios não devem mais ser domínio de poucos, mas sim um direito de todos, a Organização
Pan-Americana da Saúde (OPAS) definiu 8 Princípios Orientadores da Transformação Digital do Setor
da Saúde, dentre os quais temos: criação de produtos digitais de saúde pública; aceleração do
progresso para as populações vulneráveis; cooperação global em tecnologias emergentes; e

implementação de sistemas de informação e saúde digitais abertos e sustentáveis que funcionem
entre si (OPAS, 2021).
No Brasil, em consonância com a OPAS, temos o Ministério da Saúde liderando o
desenvolvimento da Estratégia de Saúde Digital para o Brasil, no período de 2020 a 2028 (ESD28) e
a recém-criada Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), que apoia no uso e na
incorporação de produtos e serviços e tecnologia da informação e comunicação (TIC), além de
promover o fortalecimento, a integração dos sistemas de informação e avançar na transformação
digital que está em curso na saúde a partir do SUS (CONASS, 2023).
Nesse contexto, visando apoiar o diagnóstico e a intervenção nutricional na APS, este projeto
tem como objetivo desenvolver iniciativas de: fortalecimento da VAN nos territórios e disseminação
do uso do GAPB na APS, por meio da implementação dos Protocolos de Uso do GAPB. Essa atuação
se dará através das seguintes ações: aprimoramento das habilidades e competências dos profissionais
da APS para realização da VAN; qualificação dos profissionais da APS para utilização dos Protocolos
de Uso do GAPB; apoio à implementação dos Protocolos de Uso do GAPB na rotina da APS; digitalização
dos Protocolos de Uso do GAPB para incorporação na rotina e prática profissional, a partir de uma
ferramenta digital interativa no formato eletrônico, aberta e sustentável, compatível com dispositivos,
e interoperável com os Sistemas de Informação já disponíveis no SUS; e apoio à gestão municipal no
cumprimento da agenda de alimentação e nutrição.
Trata-se de um projeto de intervenção, baseado nos pressupostos da Educação Permanente
em Saúde, que se desenvolverá a partir das seguintes etapas: 1) desenvolvimento e articulação: essa
etapa é composta pelo desenvolvimento da formação educativa para qualificação da VAN e uso do

GAPB e elaboração dos materiais; seleção de 120 municípios do país a partir de critérios pré-
estabelecidos; e pactuação federal (CGAN/MS, CONASS e CONASEMS) e estadual (SES e CONASEMS)

do projeto; 2) ciclos municipais: nesta etapa acontecerão as pactuações com as gestões municipais,
escalonadas em dois ciclos de 60 municípios cada; seleção e contratação de facilitadores locais;
formação dos facilitadores; avaliação da formação dos facilitadores; diagnóstico municipal
desenvolvido pelos facilitadores; formação dos profissionais da APS pelos facilitadores locais;
avaliação da formação dos profissionais da APS; monitoramento e avaliação dos planos de ação pelas
especialistas BP com os facilitadores; e elaboração dos relatórios finais pelos facilitadores locais; 3)
Avaliação final: nessa última etapa ocorrerá a avaliação geral de resultados do projeto nos 120
municípios e elaboração dos relatórios finais.
Espera-se ao final desse projeto aprimorar a organização da Vigilância Alimentar e Nutricional
no SUS, reforçar o papel de atuação dos profissionais da APS no cuidado em alimentação e nutrição,
reforçar a importância dos indicadores do SISVAN como instrumentos do cuidado, promover a
utilização dos Protocolos de Uso do Guia Alimentar na rotina de atendimentos dos profissionais de nível superior da APS e implementar o Guia Alimentar para a População Brasileira como uma tecnologia
de saúde no cuidado ofertado pelos profissionais da APS.

b) Quais os benefícios aos SUS:
• Aprimoramento da Organização da Vigilância Alimentar e Nutricional na Atenção Primária à
Saúde;
• Disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira;
• Reforço dos papéis de atuação dos profissionais de saúde da APS no cuidado em Alimentação
e Nutrição;
• Qualificação dos profissionais da APS para realização da Vigilância Alimentar e Nutricional e de
orientação alimentar baseada no Guia Alimentar para a População Brasileira;
• Ampliação da proporção de usuários atendidos com avaliações de estado nutricional e
marcadores do consumo alimentar preenchidos (número de registros);
• Fortalecimento da Política Nacional de Alimentação e Nutrição;
• Apoio aos gestores municipais no cumprimento da agenda de Alimentação e Nutrição;
• Incorporação de novas tecnologias em Saúde.

Status
Em execução
Trienio
2024-2026
Area De Atuacao Principal Do Projeto
Capacitação de recursos humanos
Tema Principal
Acesso, inovação e produção de medicamentos e tecnologias para a saúde
Tema Secundario
Formação em saúde, Vigilância em saúde
Publico Alvo
Profissionais assistenciais médicos, Profissionais assistenciais não-médicos, Agentes comunitários
Projeto Colaborativo
Não
Projeto Continuidade
Novo Projeto
Prazo De Execucao Do Projeto Em Meses
36

Datas

Data Do Inicio Do Projeto Publicacao No Dou
2024-01-01T00:00:00Z
Data Do Fim Do Projeto
2026-12-31T00:00:00Z

Valores Financeiros

Valor Inicial Do Projeto Valor Inicial Do Projeto Aprovado E Publicado
13164506,54
Valor Final Do Projeto Ultimo Valor Do Projeto Aprovado E Publicado
13164506,54

Local de Execução

Abrangencia Territorial Do Projeto
Nacional

Capacitação

Palestra Modalidade
Presencial

Outros Campos

Extracao Do Sei
FINALIZADA
Extracao De Dados
FINALIZADA
Responsavel Pelo Preenchimento
Hosana
Link Do Arquivo Do Projeto
https://drive.google.com/file/d/1sqDXWYfeGyT7bx_kL5bO4KpIPfok-TpB/view?usp=sharing
Palestra Faixa Etaria Dos Participantes
18 a 29 anos, 30 a 59 anos, 60 anos ou mais
Palestra Sexo Dos Participantes
Feminino, Masculino
Palestra Raca Cor Dos Participantes
Branca, Preta, Parda, Amarela, Indígena
Palestra Tipo De Profissionais Capacitados
Facilitadores e profissionais da APS.
Tipo S De Produto S Proposto S
Capacitação (cursos)
Regiao S Atendida S Pelo Projeto
Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste, Sul
Estado S Atendido S Pelo Projeto
Acre (AC), Alagoas (AL), Amapá (AP), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Paraíba (PB), Paraná (PR), Pernambuco (PE), Pará (PA), Piauí (PI), Rondônia (RO), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Roraima (RR), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP), Sergipe (SE), Tocantins (TO)
Colecao Fonte
proadi